Celular para a Terceira Idade

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Quando falamos ou pensamos em tecnologia, o fato é que a imagem da juventude surge longo em nossas mentes. É como se o mercado de celulares, por exemplo, fosse feito somente para jovens e pessoas de idades novas.

Mas, seja como for, a grande novidade é que esse nicho também está começando a alcançar as pessoas da terceira idade, ou seja, a atingir um público fiel e importante, que é a classe idosa. Afinal, dentro de um contexto geral, devemos lembrar que a tecnologia deve ser uma fonte para todos os setores da sociedade, de modo que aquelas que trabalharam honestamente a vida inteira possuem todo o direito de também poder usufruir desses recursos.

E, pensando nisso, é que foi criado o ZTE S302, um aparelho celular criado especialmente para os idosos. Ele vem com botão de emergência e com teclas bem grandes, tudo isso para tornar a vida do idoso consumidor mais fácil e bacana. Também há o modo viva voz, entre outros pontos positivos que fazem desse celular uma grande novidade para todo o mercado de telefones e dispositivos móveis.

Esse é um aparelho perfeito para a terceira idade e para pessoas que, por sua vez, tenham dificuldade de enxergar. Sua tela grande e suas teclas de bom tamanho são pontos mais que positivos que tornam o ZTE S302 um celular de grande valia e força.

Especialistas no setor afirmam que ele veio para ficar e que vai fazer muito sucesso. Dona Mirtes Soares, que possui o aparelho, relatou em entrevista que o mesmo mudou a sua vida e que, hoje em dia, é muito mais cômodo e fácil conseguir falar e se comunicar com as pessoas que ama. Ela: ‘’Os velhos são sempre esquecidos pela sociedade e pela modernidade, mas isso precisa mudar. Ajudamos a construir e alicerçar muitas das coisas boas que estão por aí’’.

Fonte: www.celularonline.org/2014/03/17/zte-s302-o-celular-para-a-terceira-idade/

Veja 20 lições de vida que você aprende envelhecendo

 

 

Se você é uma das pessoas que acredita que com a maturidade vêm a experiência, confira 20 lições de vida que podemos aprender com os mais velhos.

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Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/03/05/1085898/veja-20-lices-vida-voce-aprende-envelhecendo.html

No final da vida, você queria ter sido mais feliz?

O dia a dia anda cheio de regras: estude em uma boa instituição, arranje um emprego respeitável, atenda às expectativas do seu chefe, dos seus amigos, do seu parceiro. Mas, no final da vida, tudo isso não vai servir para nada – palavra de quem já chegou lá.

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Bronnie Ware era uma australiana com uma bem-sucedida carreira no mundo financeiro, quando se enfezou da vida. Depois de dez anos trabalhando em bancos, juntou a coragem para pedir demissão e viajar o mundo. Foi lavadora de pratos num resort em uma ilha paradisíaca, depois garçonete em um pub inglês – e terminou acompanhante de uma octagenária no interior da Inglaterra. Daí para virar enfermeira foi um passo natural, e Bronnie começou a cuidar de doentes em estado terminal, aqueles sem chance de cura. Como o trabalho era emocionalmente pesado, a australiana começou a se envolver com os pacientes e a observar um padrão. Todos os doentes reagiam de formas muito parecidas com a proximidade da morte: medo, raiva, tristeza – e sempre os mesmos arrependimentos em relação à própria vida. Bronnie começou a anotá-los. Eram eles: 1) Eu gostaria de ter trabalhado menos. 2) Eu queria ter tido a coragem de viver a vida que eu desejava, e não a que os outros esperavam de mim. 3) Eu queria ter expressado mais meus sentimentos. 4) Eu queria ter mantido contato com meus amigos. 5) Eu queria ter sido mais feliz. Pode ser que você não queira pensar nisso ainda ou que você já esteja lá. Mas a verdade é que você vai envelhecer (lembrando sempre que a única alternativa possível, morrer, é bem pior). Melhor então não se arrepender no final.

1. Eu gostaria de ter trabalhado menos.

Essa é universal. Em um mundo no qual um emprego ocupa 40 horas semanais (se você tiver sorte) e tem um significado social mais importante do que os valores morais de uma pessoa (afinal, a primeira pergunta feita quando se conhece alguém costuma ser “o que você faz?” e não “você dá esmola?”), o trabalho anda com um peso desproporcional em relação às outras questões da vida. Nunca se trabalhou tanto – o que indica que esse arrependimento é o do tempo perdido. Antropólogos estimam que nossos antepassados caçadores-coletores não trabalhavam mais do que quatro a cinco horas por dia, sempre procurando ou preparando alimentos. Na Grécia Antiga, um emprego era uma sina terrível: Homero, o autor da Odisseia, escreveu que os deuses odiavam tanto os humanos que os condenaram a trabalhar arduamente como castigo. E a condenação seguiu por milênios. A nossa relação com o trabalho só mudou no século 16, com a ética protestante, aquela que mede o destino das almas depois da morte com base no sucesso profissional durante a vida. Ela foi a culpada por colocar o trabalho no centro da vida das pessoas, onde permaneceu até hoje. Mas há uma crise na nossa relação com o trabalho. De acordo com uma pesquisa da consultoria americana Mercer, feita com mais de 1.200 empregados, 56% dos brasileiros afirmam que consideram seriamente pedir demissão. Para os trabalhadores do Brasil, o principal fator motivacional é o tipo de emprego que ele faz. E é ele que está em conflito. Segundo o filosófo-pop francês Alain de Botton, a crise com o emprego que estamos vivendo é a da falta de sentido. Antigamente, pessoas faziam ou realizavam algo com o seu trabalho: eram padeiros, costureiros, vendedores. Esse tipo de ocupação, que tem uma relação direta com o produto final, quase desapareceu: foi substituído por trabalhos mais segmentados e burocráticos dentro de grandes empresas. É só procurar exemplos na lista de cargos na empresa onde trabalho – o que faz um “gerente de operações pleno” ou um “analista de infraestrutura júnior”? Certamente, algo menos palpável que pão ou roupa. “Procuramos um significado no nosso trabalho, uma sensação de que deixamos alguém melhor com o que fazemos. Ele deveria ser uma chance de criar algo que é mais sólido do que o resto das nossas vidas”, diz de Botton, em uma palestra sobre seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho. Deveria, mas, na maior parte dos casos, não é. Ainda assim, poucas são as pessoas que resolvem dedicar menos tempo e energia a seus empregos. A própria Bronnie sentiu isso na pele. “É mais difícil largar a rotina do trabalho do que o trabalho em si. O emprego vira uma grande parte da identidade das pessoas, ao ponto de que não sabem mais quem são longe dele”, diz. Essa crise de identidade nos leva ao arrependimento número 2.

2. Eu queria ter tido a coragem de viver a vida que eu desejava, e não a que os outros esperavam de mim.

O ser humano é um animal social. Só chegamos aqui, depois de milênios de evolução, porque aprendemos a criar e manter alianças – seja para caçar comida nos tempos da caverna, seja para fundar impérios ao longo da História, seja para arranjar trabalho e ter com quem conversar no Facebook hoje em dia. Isso quer dizer que buscamos manter e fortalecer relações sociais – e, para isso, queremos agradar e ser aceitos. Uma pesquisa da Universidade de Minnesota testou esse nosso comportamento. Primeiro, colocou voluntários para conversar com mulheres que eles não podiam ver, por meio de microfones. Depois, disse a metade deles que iriam bater papo com moças muito bonitas e, para a outra metade, que seriam mulheres, digamos, menos estonteantes. Imediatamente, os homens que julgavam falar com beldades começaram a ser gentis e engraçados – queriam agradar as moças. Mas o que surpreendeu é que as mulheres do outro lado da linha começaram a entrar no jogo: conversavam como se fossem realmente mais bonitas do que as outras, sem nem saber que haviam sido classificadas assim. Ou seja, atendiam às expectativas dos voluntários.

Agimos assim o tempo todo, das coisas banais do dia a dia, como rir da piada sem graça de um amigo, às grandes escolhas de vida, como decidir que carreira seguir. “As pessoas não tomam decisões por si, tomam pelos outros, porque querem ser queridas. Assim, a felicidade acaba na mão de terceiros”, diz Ana Claudia Arantes, geriatra especializada em cuidados paliativos, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O problema é que fazer o que os outros esperam de você tem um lado pernicioso: na verdade, não deixa ninguém feliz. Um estudo da Universidade Estadual da Flórida que analisou seis pesquisas diferentes sobre o assunto, concluiu que quem busca o tempo todo a aprovação dos outros, tem mais chance de desenvolver depressão. Esforçam-se tanto para agradar que se perdem no meio do processo. E, claro, não conseguem fazer o que realmente têm vontade: trabalhar menos, por exemplo, dizer “não” ou…

3 e 4. Eu queria ter expressado mais meus sentimentos e queria ter mantido contato com meus amigos.

Não ter dito “eu te amo” e ter passado pouco tempo com as pessoas queridas são dois arrependimentos que conversam entre si – e são dois dos mais importantes também. E não é a SUPER que diz isso, é o maior estudo de psicologia já feito. O Grant Study (“Grande Estudo”, em português) é uma pesquisa que acompanha a vida de 268 ex-alunos de Harvard desde 1937 até os dias de hoje, e que mede todos os fatores de suas biografias para recolher dados sobre saúde, bem-estar e escolhas de vida. E chegou a uma conclusão impressionante: aos 47 anos, o fator que mais previa a saúde e a felicidade de uma pessoa na velhice eram as relações sociais que ela mantinha. Era, claro, o fato de ter um marido ou uma esposa, mas era principalmente a quantidade de amigos que eles cultivaram ao longo dos anos. O estudo concluiu que idosos de 70 anos com amigos tinham 22% a mais de chance de chegar à oitava década. E mais: outro estudo mostrou que quem tem o hábito de dizer a pessoas próximas como elas são importantes se sente 48% mais satisfeito com as relações que mantém. “Os amigos nos dão um senso de identidade – ajudam a nos tornar algo maior do que nós mesmos e a definir quem somos. Não precisamos somente de relações humanas. Precisamos de amigos muito próximos”, diz Ed Diener, professor de psicologia da Universidade de Illinois, especialista em felicidade. O que nos leva a…

5. Eu queria ter sido mais feliz.

Essa é de partir o coração. Chegar ao final da vida com esse remorso é mais comum do que parece. Para Diener, que estuda a felicidade há três décadas, ser feliz depende em grande parte das escolhas que fazemos – e não só de alguns poucos eventos de sorte esporádicos. Ou seja, seria bom parar de levar a vida no automático e exercer a felicidade. Pare de confirmar presença no aniversário do amigo no Facebook – e vá de fato. Junte a coragem de dizer para o seu parceiro que você na verdade odeia filmes europeus e prefere ver a sequência do último Homem de Ferro. E ninguém vai morrer se você deixar seu trabalho um pouco de lado de vez em quando (um alô para meu chefe que esperou três meses para essa reportagem ficar pronta). Para Bronnie, as reações de seus pacientes valem ouro: são um guia prático contra arrependimentos. “Como os conselhos vêm de pessoas que estão se preparando para morrer, servem como autorização para você mudar a sua vida também.” Está esperando o quê?

Para saber mais

The Working Life: The Promise and Betrayal of Modern Work

Joanne Ciulla, Crown Business, 2001.

Happiness: Unlocking the Mysteries of Psychological Wealth

Ed Diener e Robert Biswas-Diener, Wiley-Blackwell, 2008.

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/guia-pratico-arrependimentos-748312.shtml

As Coisas Boas da Vida

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1. Apaixonar-se

2. Rir até que as bochechas doam

3. Um chuveiro quente num inverno frio

4. Um supermercado sem filas para pagar

5. Um olhar especial

6. Receber cartas ou torpedos de pessoas queridas

7. Dirigir numa linda estrada

8. Ouvir a música preferida no rádio

9. Ficar na cama ouvindo a chuva cair

10. Toalhas quentes que acabaram de ser passadas

11. Encontrar algo que quer em liquidação pela metade do preço

12. Tomar sorvete num dia quente

13. Cheirinho de roupa lavada

14. Um banho de espuma

15. Cheiro de café

16. Uma festa animada

17. Ir à praia

18. Encontrar uma nota de 50 reais no casaco pendurado desde o último inverno

19. Rir de si mesmo

20. Receber telefonemas de amigos

21. Tomar banho de mangueira

22. Rir, sem razão especial

23. Ter alguém que nos ache o máximo!

24. Dançar

25. Ter amigos

26. Ouvir, sem querer, alguém falar bem de nós

27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para dormir

28. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com o novo parceiro)

29. Fazer novos amigos ou passar tempo com os velhos

30. Brincar com um cachorrinho

31. Receber cafuné

32. Belos sonhos

33. Chocolate quente em um dia frio

34. Viajar com os amigos

35. Andar de balanço

36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal

37. Cantar no chuveiro

38. Assistir a um bom filme

39. Trocar olhares com um belo(a) desconhecido(a)

40. Ganhar um jogo disputado

41. Fazer biscoitos numa tarde de domingo

42. assistir a um vídeo ou filme comendo pipoca

43. Contemplar o sorriso de uma criança

44. Andar descalço

45. Andar de mãos dadas

46. Encontrar um velho amigo que não vê há anos

47. Andar de bicicleta

48. Observar a alegria de alguém quando recebe um presente seu

49. Ver o pôr-do-sol

50. Levantar da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia…

 

Essas são algumas das coisas boas da vida. Com certeza, na sua vida tem muito mais!

Que tal você fazer a sua própria listinha? Você vai ver que tem muita coisa para comemorar e agradecer!

Que tal você fazer a sua própria listinha? Você vai ver que tem muita coisa para comemorar e agradecer!

Saiba diferenciar Alzheimer e envelhecimento

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Esquecimentos, mudança brusca de humor e falta de iniciativa exigem atenção.

Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema tem início com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente.

Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia a dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Essas mudanças impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. Como a doença é difícil de diagnosticar é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. A descoberta precoce é a chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.

A Alzheimer Association, nos Estados Unidos, desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Confira os sintomas:

Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste: confundir nomes e compromissos ocasionalmente é normal. O que é preciso prestar atenção, na verdade, é se a pessoa esquece coisas com mais frequência e fica incapaz de relembrar o assunto posteriormente.

Dificuldade para realizar atividades rotineiras 
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia a dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Já esquecer ocasionalmente o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.

Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até determinado local. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.

Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios pode ser um sinal de que o cérebro não vai bem. Pacientes de Alzheimer mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.

Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal da doença. Já achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.

Errar o lugar as coisas 
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo: colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.

Mudanças de humor e comportamento 
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal da doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Eles podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.

A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Elas se tornam confusas, desconfiadas, medrosas ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal ocorrer alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.

Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivas. Ficam, por exemplo, horas em frente à TV, dormem mais do que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.

Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo: um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar “onde está minha escova de dente?”, perguntaria “onde está o objeto de limpar a boca?”.

Fonte: www.minhavida.com.br

10 gifs impressionantes mostram os efeitos do envelhecimento

O envelhecimento e a morte nos fascinam e aterrorizam ao mesmo tempo porque são forças naturais e inevitáveis às quais todos estamos sujeitos. Estes 10 gifs, tirados de um vídeo postado no site Dogva.com, mostram o efeito causado pelo passar do tempo – às vezes mais do que a metade de um século de envelhecimento. A transformação impressiona porque acontece à nossa frente, em questão de apenas alguns segundos.

Os retratos das pessoas mais velhas são postos junto às fotografias de sua juventude. Ambas as fotos são sobrepostas e ficam se alternando na apresentação. Apenas algumas das características dos rostos mais jovens permanecem – as sobrancelhas, o nariz e as linhas da mandíbula podem apresentar formas semelhantes, mas todas essas características são distorcidas por marcas da velhice, como flacidez, rugas e manchas. Em algumas das imagens, o tempo mudou tanto a face das pessoas que é preciso olhar com muita atenção para encontrar vestígios do rosto jovem no mais antigo.

Já parou para pensar no que irá mudar no seu rosto com o tempo?

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Fonte: http://hypescience.com/10-gifs-impressionantes-mostram-os-efeitos-do-envelhecimento/

 

 

Responda a enquete e ajude-nos a identificar as necessidades mais comuns do idoso atualmente

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Ser idoso hoje é uma etapa da vida, é envelhecer, ficar mais velho, ser mais experiente, enfim, amadurecer.

Os idosos atualmente vivem mais, isso é um fato. Os avanços tecnológicos, avanços médicos, aumento dos profissionais e modalidades da saúde e as conveniências comerciais são alguns fatores que colaboram para o aumento da longevidade.

Ajude-nos a identificar alguns cenários mais comuns que acontecem no dia a dia de um idoso que necessita de acompanhamento.

Segue o link da enquete:

https://apps.facebook.com/315624978481512/perfilcuidados

 

Agradecemos a sua participação!

Equipe Perfil Cuidados

Exercícios superam medicamentos na prevenção de Alzheimer

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Exercícios físicos simples e adequados para a terceira idade melhoram a função cognitiva em pessoas em risco da doença de Alzheimer.

Os exercícios resultam em um aumento da eficiência da atividade cerebral associada com a memória.

Transtorno Cognitivo Leve

Embora alguma perda de memória seja normal e esperada à medida que envelhecemos, um diagnóstico do chamado Transtorno Cognitivo Leve, ou TCL, sinaliza uma perda de memória mais substancial e um maior risco de Alzheimer, uma doença para a qual não há atualmente nenhuma cura.

A esperança para lidar preventivamente com a questão veio através de um estudo liderado pelo Dr. Carson Smith, professor da Universidade de Maryland (EUA).

Ele e sua equipe demonstraram que uma intervenção baseada unicamente em exercícios, envolvendo idosos com comprometimento cognitivo leve e idade média de 78 anos, melhorou não só a recordação da memória, mas também o funcionamento do circuito cerebral associado com a memória, conforme medições feitas por neuroimagem funcional (fMRI).

“Nós descobrimos que, após 12 semanas de um programa de exercício moderado, os participantes do estudo melhoraram sua eficiência neural – basicamente eles estavam usando menos recursos neurais para realizar a mesma tarefa de memória,” diz o Dr. Smith.

“Nenhum estudo mostrou que algum medicamento seja capaz de fazer o que mostramos ser possível com os exercícios,” complementa ele.

Exercícios para terceira idade

A boa notícia é que os resultados foram obtidos com uma dose de exercício consistente com as recomendações de atividade física para a terceira idade.

Isto envolve exercícios de intensidade moderada, uma atividade que aumenta a frequência cardíaca e faz suar, mas não tão intensa a ponto de atrapalhar que a pessoa mantenha uma conversa com alguém ao lado enquanto se exercita.

Os benefícios foram verificados com um total semanal de 150 minutos de exercícios – cerca de 20 minutos por dia.

“Pessoas com Transtorno Cognitivo Leve apresentam um declínio muito acentuado em sua função de memória, de modo que ser capaz de melhorar suas lembranças é um grande passo na direção certa,” conclui o Dr. Smith.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=exercicios-superam-medicamentos-prevencao-alzheimer&id=9071

A terceira idade e o serviço social

O Serviço Social e a terceira idade estão correlacionados para garantir os direitos das pessoas que estão na terceira idade, atendendo assim as novas exigências que através da evolução dos tempos tiveram algumas alterações.

Os idosos dos tempos atuais vivem mais, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) as pessoas com mais de 60 anos somam 23,5 milhões dos brasileiros, mais que o dobro registrado em 1991, sendo que a faixa etária contabilizava na época 10,7 milhões de pessoas. É possível perceber que existe uma melhor qualidade de vida, como assistência médica, remédios, alimentação e até mesmos pelas atividades físicas que cada vez mais estimulam os nossos idosos.

É função fundamental do serviço social, ajudar a cumprir e zelar pelo respeito da pessoa idosa, como pessoa dignas de direitos. Para isso temos o Estatuto do Idoso, que visa garantir os direitos fundamentais e sua proteção integral as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Diante da desigualdade social que existe fortemente em nosso país, precisamos unir esforços com outros profissionais que tenham também como compromisso a causa do idoso, desenvolvendo programas e projetos que visam buscar melhorias e aperfeiçoamentos na questão da pessoa na terceira idade, oferecendo melhores condições de vida. Rompendo assim ideias ultrapassadas de que “velhos” são empecilhos para as famílias.

O processo de envelhecimento não pode ser sinônimo de peso árduo para as famílias. O idoso tem seus direitos garantidos pelo Estado, e tem que ser conscientizado para a população que ainda sobrevive sobre alguns paradigmas.

Autor: Andreia Santos / Assistente Social

Amamentar reduz risco de Alzheimer

As mães que amamentam os filhos têm um menor risco de, no futuro, sofrerem de Alzheimer. Esta é a conclusão do mais recente estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

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Um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, revela uma relação entre a amamentação e a condição cognitiva da mulher. De acordo com os cientistas, citados pela BBC, o fato de a mulher dar de mamar pode reduzir o declínio da sua memória, reduzindo, deste modo, o risco de poder sofrer de Alzheimer.

Para este estudo foram estabelecidas três comparações hipotéticas: mulheres que amamentavam frequentemente, mulheres que amamentavam pouco e mulheres que não o faziam. Após a comparação, os cientistas concluíram que as primeiras correm menos 64% de risco de poder vir a sofrer de Alzheimer.

Como justificação, os participantes na investigação defendem que amamentar priva o corpo da hormona progesterona, para compensar os altos níveis de progesterona produzido durante a gravidez (conhecida por dessensibilizar os receptores de estrogênios no cérebro).

Este não é o primeiro estudo que relaciona a amamentação com outras doenças, contudo, é a nível mental que a influência é mais notória.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/97346/amamentar-reduz-risco-de-alzheimer#.UgqC8NLqnrQ

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